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Como vendas com growth hacking transformam a performance

  • Foto do escritor: Comunicação CDPV - Esther Feola
    Comunicação CDPV - Esther Feola
  • 1 de jan.
  • 3 min de leitura

Profissionais de vendas que combinam growth hacking e cultura dev transformam o processo comercial para acelerar resultados e superar a concorrência.


vendas com growth hacking

O perfil do profissional de vendas evoluiu. Se antes bastava carisma e insistência, hoje quem domina lógica, dados e experimentação está dois passos à frente. O chamado “vendedor hacker” surge desse novo contexto: alguém que une técnicas de vendas com mentalidade de programador e ousadia de growth hacker.


A influência da cultura dev nas vendas deixou de ser uma tendência isolada. Profissionais estão aprendendo a estruturar testes A/B, explorar APIs de ferramentas comerciais, automatizar processos com scripts simples e integrar dados de múltiplas plataformas para tomar decisões mais rápidas e eficazes.


A criatividade continua sendo essencial, mas agora caminha lado a lado com conhecimento técnico e raciocínio analítico.


Vendas com growth hacking: mais testes, menos achismo


A lógica é clara: crescer com inteligência, não com força bruta. Vendas com growth hacking usam ciclos curtos de teste, validação e otimização, como os desenvolvedores fazem ao lançar produtos. Em vez de seguir scripts fixos ou campanhas genéricas, o vendedor hacker cria soluções próprias e adapta a abordagem ao comportamento real do lead.


Ferramentas como Zapier, Make, PhantomBuster e extensões de navegador são aliadas estratégicas. Automatizar propostas, cruzar dados do CRM com planilhas ou testar mensagens diferentes virou rotina; o foco é aprender rápido e escalar o que funciona com agilidade.


Mais que dominar o CRM, esses profissionais veem o funil como um produto em constante evolução, testando gatilhos, canais, formatos e momentos ideais de contato. Quem mapeia padrões por dados e não feeling, ganha vantagem real.


A nova mentalidade: de vendedor para experimentador


Há um deslocamento silencioso nas áreas comerciais, com a intuição sendo cada vez mais subordinada à evidência concreta, porque o vendedor hacker age como um cientista: levanta hipóteses, executa testes rápidos, analisa métricas com profundidade e ajusta a rota sempre que necessário. O improviso cede lugar à experimentação orientada por dados.


Esse perfil não depende do time de TI para validar ideias, pois aprende por conta própria, explora fóruns, adapta planilhas, scripts, APIs e ferramentas no-code para encontrar soluções ágeis.

Seu objetivo é reduzir fricções e otimizar cada etapa do funil comercial, sendo movido por curiosidade técnica e foco em impacto.


Organizações que incentivam essa mentalidade conquistam mais do que eficiência operacional, gerando times comerciais com visão de produto, capazes de iterar, testar, escalar e inovar com autonomia, mudando radicalmente a forma de competir no mercado.


Cultura dev aplicada à venda: não é sobre código, é sobre lógica


Engana-se quem acha que o vendedor hacker precisa ser um programador completo. O que importa é entender a lógica por trás das soluções, saber fazer boas perguntas técnicas e aprender o básico suficiente para explorar novas ferramentas com autonomia.


A cultura dev, nesse contexto, ensina muito mais sobre como pensar do que sobre como programar. A modularidade, a mentalidade de MVP (mínimo produto viável), o versionamento de scripts, a análise de bugs e a busca constante por eficiência são ideias que funcionam perfeitamente no processo comercial.


Adotar esse tipo de raciocínio nas vendas transforma o modo como se prospecta, negocia, fecha e retém clientes. Processos antes manuais e ineficientes passam a ser otimizados com lógica e repetibilidade.


O futuro dos vendedores não será só mais humano — será mais técnico


Vendas não deixam de ser uma atividade humana, mas a vantagem competitiva passa a depender da capacidade de integrar inteligência emocional com mentalidade de experimentação e domínio de ferramentas. Quem se limita ao discurso, sem entender os bastidores da operação, tende a ficar para trás.


O vendedor hacker não substitui o vendedor tradicional, mas aponta um caminho mais eficiente e sustentável para quem quer crescer com inteligência. Ele não “foge das regras”, ele as reprograma.


Para os profissionais dispostos a sair do básico e explorar territórios técnicos com mentalidade estratégica, a combinação de vendas com growth hacking deixa de ser diferencial — e se torna requisito.


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Quem é Diego Maia


Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil e fundador do CDPV Palestras, referência nacional em palestras corporativas de alto impacto. Ele já conduziu eventos para empresas de todos os setores, sempre com foco em aumentar a performance e engajar equipes de forma prática.


Assista um vídeo de Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil:



Com mais de 2.000 episódios, Diego Maia apresenta o maior podcast de vendas nacional, apresentado desde 2009, disponível gratuitamente.


Conheça o podcast de Diego Maia:



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